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domingo, 24 de janeiro de 2021

Crônica

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DIÁRIO DE UM FERIADO PROLONGADO DO CARNAVAL ATÉ O NATAL

Quem diria que aqueles planos e promessas que fiz para minha vida na virada do ano mudaria tudo, e dessa vez não foi por minha tão grande culpa.

HÁ UM VILAREJO À ESPERA DAS PESSOAS PRETAS?

Bem cedo Ele se faz presente à minha mesa, muito antes dos meus planos para o futuro... e facilmente retrai esses pensamentos.

O TEMPO NOS FOGE…

“O tempo nos foge”. Foi o que escreveu Emily Dickinson, em 1873. Imagino o que ela escreveria se vivenciasse 2020. O tempo foge e foge voando. Logo o ano acaba, e para onde ele foi? É uma sensação engraçada, porque eu não sinto que perdi um ano, eu sinto que na verdade eu nem tive um para poder perder.

TROCAS: OBSERVAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO ENTRE AVÓS E NETOS

Nessa dinâmica do começo de tarde calorento que costuma acontecer nos meses de verão, eu me deparei com a cena do meu afilhado de 4 anos ensinando a avó de 70 como pesquisar músicas e novelas pelo YouTube.

CRÔNICA: COMO FALAR DE FUTURO SE O PRESENTE MATA?

Para mim, a produtividade nesse período é uma farsa, já que agora passo meus dias a fio no meu novo habitat natural, as redes sociais, me alimentando de fast-food, e sendo corroída pela preguiça. Estou vivendo, realmente, um conto de fadas.

CRÔNICA: O QUE HÁ DE NOVO NO NOVO NORMAL?

Estamos em algo muito mais nocivo, mais divisível e mais perigoso, algo que não passa sem deixar marcas, marcas heterogêneas, mais profundas em uns, mais dissimuladas em outros.

DE PALITO EM PALITO, TEM PORRINHA NO BOTEQUIM

Aos gritos, de punhos fechados, os oponentes se observam avaliando os adversários. A tensão está presente no ar. A arena onde a disputa ocorre é uma mesa de bar, com calendários desbotados como decoração e garrafas de variadas bebidas em prateleiras nas paredes. Compondo a cena, garrafas de cerveja, copos pela metade, um prato com tira gosto esfriando, espalhados na mesa.

CRÔNICA: O CONDUTOR DE CORTEJOS FÚNEBRES

O sujeito era uma figuraça. O que nele chamava mesmo atenção era sua fixação pelos velórios. Tenho a impressão de que ele ia a todos. Chegava sempre perto do final, quase na hora de sair o enterro.

CRÔNICA: O PLANETA TERRA PÓS PANDEMIA

As medidas de distanciamento adotadas durante a pandemia do coronavírus exigem que o ser humano se reinvente em todos os âmbitos da vida.

CRÔNICA: UM DIA DE CADA VEZ, UMA RECEITA POR VEZ

Cozinhar foi uma das boas coisas que me aconteceram nessa quarentena. Digo quarentena e não pandemia, porque na pandemia nada de bom ainda se pode experimentar.

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